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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Entre o que vai pela mente...e o coração.


"O que os olhos vêem, os ouvidos escutam e as narinas

percebem pelo olfato, estes conduzem à mente e ao coração 

as sensações recolhidas, os quais organizam as decisões. A


língua, então, as profere."


                                                                (Marcel Cout)






Uma antiga e popular lenda do Oriente, relata que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e, achegando-se de um ancião perguntou-lhe:
– Que tipo de pessoas vivem neste lugar?
– Que tipo de pessoas viviam no lugar de onde você vem ? – perguntou-lhe o ancião.
– Pessoas egoístas e malvadas – disse-lhe o rapaz – estou feliz de haver saído de lá.
– Os mesmos tipos você haverá de encontrar por aqui – afirmou o velho.
Mais tarde, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
– Que tipo de pessoas vivem por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta: – Que tipo de pessoas vivem  no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu: – Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
– O mesmo encontrará por aqui – respondeu o ancião.
Outro homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
– Como é possível dar respostas tão diferente à mesma pergunta?
Ao que o ancião respondeu :
– Cada um carrega em seu coração o ambiente em que vive. Aquele que nada de bom encontrou nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos lá,  também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.





"Seus atos podem ser à causa de sua própria ruína. 

Mas podem também ser o maior vetor de seu enriquecimento.
A vida pode vir a ser um sonho maravilhoso... mas é sábio, justamente nos momentos de tranquilidade, atentarmos para nossa integridade física, agindo com prudência. 
Pois quando você abaixa a sua guarda, o mal que lhe espreita pode se aproximar. 
E sabemos que a morte não vem sem aviso, para quem a vigia."


                                                                                                                 (Marcel Cout)




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